Ao SoteroPoliTimbres da DiMaré

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Quem canta os males espanta! Foi assim, e com muito movimento (porque dançar também faz bem) que terminou meu final de semana, ao som da banda Di Maré no Galpão Cheio de Assunto, aqui em Salvador!

Permita que o amor invada sua casa ❤️ | 🎶  com @vectorres @dimareoficial

A video posted by Amanda Dragone (@amandadragone) on Jan 10, 2016 at 7:08pm PST

 

A banda Di Maré tem Serginho como vocalista, uma das pessoas com energia mais contagiante que já conheci. E é claro que isso já começa fazendo toda diferença, né? Mas não para por aí, porque o som que ele e os outros integrantes fazem é mesmo massa e não deixa ninguém parado!

Entre músicas famosas e autorais, a autenticidade impressa em cada arranjo e composição, que soam em sintonia como se todas já tivessem sido ouvidas a vida inteira, pela identificação que rola. A Di Maré tem esse dom! ❤ Ouça “Na Beira do Mar” pra você ver!

Serginho DiMaré
DiMaré Serginho

É que os meninos misturam o talento com diferentes estilos e elementos do samba, axé, reggae, pop rock e o que mais soar bem aos ouvidos e for a cara da nossa cidade, despejando com leveza e personalidade a música que eles acreditam e toca antes de tudo no coração. Um conjunto de referências e emoções que levou ao nome do primeiro CD da banda, SoteroPoliTimbres.

Pra mim o título já diz tudo e faz entender o que nos espera! Taí, ó:

Pra quem curtiu e quer ouvir de pertinho pode aproveitar a noite de amanhã (12), porque a banda Di Maré vai abrir o show de Gerônimo – Terça da Benção -, no Largo Pedro Arcanjo, Pelourinho (R$10 meia / R$20 inteira). É, inclusive, uma boa oportunidade pra revisitar um dos pontos históricos da nossa cidade – que é lindo!

Mas você já pode seguir também o perfil @dimareoficial no Instagram pra ficar por dentro de outros shows, acessar as plataformas de música e add na playlist. A pedida perfeita para o verão! Outono, inverno…

Nem tanto, nem tão pouco

A medida que fui trabalhando meu estilo pessoal e praticando o desapego, percebi que o ponto-chave para estar satisfeita com meu guarda-roupas não está na quantidade de peças, mas no autoconhecimento e quão bem escolhidas foram as que estão ali dentro.

É claro que comprar um roupa nova, é muito legal. É como uma boa notícia que alegra o dia, enquanto as roupas que já temos são como recordações, o que significa que elas dizem muito sobre nós e não merecem ser desconsideradas simplesmente em detrimento de novas roupas.

Saber valorizar o que já está em nosso acervo há tempos é dar vazão à criatividade e a oportunidade de lapidar o estilo pessoal, tornando-o cada vez mais autêntico. Porque o que renova o visual não são as roupas da vitrine, mas nossas próprias ideias e atitude.

Não tenha medo! E nem se desespere se achar que não tem roupa para ir ao casamento de um amigo, batizado do afilhado ou um simples almoço entre amigas. É claro que o desejo de comprar algo para uma data especial surge – e você pode comprar -, mas se dê a oportunidade de abrir o guarda-roupas – sem julgamentos -, e colocar em cima da cama todas as peças que parecem adequadas ao dress code do evento.

opportunitties

Depois, observe com carinho. Teste até mesmo as combinações mais improváveis e você verá surgir muitas possibilidades na sua frente e um guarda-roupas renovado! Não é feitiçaria, é tecnologia consciência e versatilidade!

Ainda vou vontade de guardar menos coisas do que tenho, mas sei que não serviria para ter um armário-cápsula. Nem tanto, nem tão pouco! Amo cores, misturar estampas e isso traz mais alegria para minha vida! Tenho chegado em um ponto interessante, entre me presentear com boas notícias e valorizar meu passado.

Foi o video abaixo e tudo que tenho experimentado sobre o assunto que me inspirou a conversar um pouco sobre esse tema hoje. Vale a reflexão. 😉


Um grande beijo! ❤

(todo) Dia da Gratidão

A gratidão é um dos sentimentos mais puros que sinto, e é onde mora o meu segredo pra ser feliz. Ela traz aceitação, alegria e reverbera através da perfeita conexão entre o passado e o presente, abrindo os meus olhos para ver o lado bom em cada canto.

minha gratidão.png

Sou grata pelo que passou, ainda que eu tenha vivenciado uma situação difícil, porque ganhei a oportunidade de aprender uma nova lição e construir um pouco mais de mim, quando entendo que sou reflexo da minha essência e experiências.

Sou grata pelo presente, praticando o exercício diário de dar valor à pequenos gestos, ao que tenho, estou e até mesmo ao que se faz ausente, para me livrar de viver em função de um dia que nunca vai chegar: o futuro.

Poderia ainda ser grata pelo que está por vir, mas adiante, a gratidão se transforma em um outro capítulo dessa história, e que eu chamo de fé.

Feliz dia com gratidão! ❤

Todo mundo tem uma alma amiga

É tiro e queda! Quando a gente se dispõe a olhar pra dentro, iniciar um processo de autoconhecimento e se libertar de velhas prisões, parece que o universo vai lá e conspira a favor (ou contra… depende do ponto de vista, rs). O segredo é tomar consciência de que todos os desafios que aparecem em nosso dia a dia ou situações que nos afetam mais profundamente estão ali, nos dando a oportunidade de aprendermos algo novo e nos tornarmos pessoas melhores e mais pacientes.

Em compensação, no percorrer desse caminho o universo também parece arquitetar os melhores encontros! Pessoas, conversas e momentos muito especiais. E foi em um desses momentos que recebi como um presente a parábola “A Pequena Alma e o Sol”, escrito por Neale Donald Walsch.

capa a pquena alma e o sol

Essa história, inicialmente dedicada para crianças, chegou na hora certa em minha vida e despertou algo de tão importante dentro de mim que eu não podia deixar simplesmente passar… e é com esse mesmo sentimento que desejo que ela seja fonte de inspiração para vocês também. Vale cada segundinho de uma leitura simples e cheia de amor.

A Pequena Alma e o Sol

Era uma vez, em tempo nenhum, uma Pequena Alma que disse a Deus:

— Eu sei quem sou!

E Deus disse:

— Que bom! Quem és tu?

E a Pequena Alma gritou:

— Eu sou Luz

E Deus sorriu.

— É isso mesmo! — exclamou Deus. — Tu és Luz!

A Pequena Alma ficou muito contente, porque tinha descoberto aquilo que todas as almas do Reino deveriam descobrir.

— Uauu, isto é mesmo bom! — disse a Pequena Alma.

Mas, passado pouco tempo, saber quem era já não lhe chegava. A pequena Alma sentia-se agitada por dentro, e agora queria ser quem era. Então foi ter com Deus (o que não é má ideia para qualquer alma que queira ser Quem Realmente É, e disse:

— Olá Deus! Agora que sei Quem Sou, posso sê-lo?

E Deus disse:

— Quer dizer que queres ser Quem já És?

— Bem, uma coisa é saber Quem Sou, e outra coisa é sê-lo mesmo. Quero sentir como é ser a Luz! — respondeu a pequena Alma.

— Mas tu já és Luz — repetiu Deus, sorrindo outra vez.

— Sim, mas quero senti-lo! — gritou a Pequena Alma.

— Bem, acho que já era de esperar. Tu sempre foste aventureira — disse Deus com uma risada. Depois a sua expressão mudou.

— Há só uma coisa…

— O quê? — perguntou a Pequena Alma.

— Bem, não há nada para além da Luz. Porque eu não criei nada para além daquilo que tu és; por isso, não vai ser fácil experimentares-te como Quem És, porque não há nada que tu não sejas.

— Hã? — disse a Pequena Alma, que já estava um pouco confusa.

— Pensa assim: tu és como uma vela ao Sol. Estás lá sem dúvida. Tu e mais milhões, zilhões de outras velas que constituem o Sol. E o Sol não seria o Sol sem vocês. Não seria um sol sem uma das suas velas… e isso não seria de todo o Sol, pois não brilharia tanto. E no entanto, como podes conhecer-te como a Luz quando estás no meio da Luz — eis a questão.

— Bem, tu és Deus. Pensa em alguma coisa! — disse a Pequena Alma mais animada.

Deus sorriu novamente.

— Já pensei. Já que não podes ver-te como a Luz quando estás na Luz, vamos rodear-te de escuridão — disse Deus.

— O que é a escuridão? perguntou a Pequena Alma.

— É aquilo que tu não és — replicou Deus.

— Eu vou ter medo do escuro? — choramingou a Pequena Alma.

— Só se o escolheres. Na verdade não há nada de que devas ter medo, a não ser que assim o decidas. Porque estamos inventando tudo. Estamos fingindo.

— Ah! — disse a Pequena Alma, sentindo-se logo melhor.

Depois Deus explicou que, para se experimentar o que quer que seja, tem de aparecer exatamente o oposto.

— É uma grande dádiva, porque sem ela não poderíamos saber como nada é — disse Deus — Não poderíamos conhecer o Quente sem o Frio, o Alto sem o Baixo, o Rápido sem o Lento. Não poderíamos conhecer a Esquerda sem a Direita, o Aqui sem o Ali, o Agora sem o Depois. E por isso, — continuou Deus — quando estiveres rodeada de escuridão, não levantes o punho nem a voz para amaldiçoar a escuridão. Sê antes uma Luz na escuridão, e não fiques furiosa com ela. Então saberás Quem Realmente És, e os outros também o saberão. Deixa que a tua Luz brilhe tanto que todos saibam como és especial!

— Então posso deixar que os outros vejam que sou especial? — perguntou a Pequena Alma.

— Claro! — Deus riu-se. — Claro que podes! Mas lembra-te de que “especial” não quer dizer “melhor”! Todos são especiais, cada qual à sua maneira! Só que muitos esqueceram-se disso. Esses apenas vão ver que podem ser especiais quando tu vires que podes ser especial!

— Uau — disse a Pequena Alma, dançando e saltando e rindo e pulando. — Posso ser tão especial quanto quiser!

— Sim, e podes começar agora mesmo — disse Deus, também dançando e saltando e rindo e pulando juntamente com a Pequena Alma

— Que parte de especial é que queres ser?

— Que parte de especial? — repetiu a Pequena Alma. — Não estou a perceber.

— Bem, — explicou Deus — ser a Luz é ser especial, e ser especial tem muitas partes. É especial ser bondoso. É especial ser delicado. É especial ser criativo. É especial ser paciente. Conheces alguma outra maneira de ser especial?

A Pequena Alma ficou em silêncio por um momento.

— Conheço imensas maneiras de ser especial! — exclamou a Pequena Alma — É especial ser prestável. É especial ser generoso. É especial ser simpático. É especial ser atencioso com os outros.

— Sim! — concordou Deus — E tu podes ser todas essas coisas, ou qualquer parte de especial que queiras ser, em qualquer momento. É isso que significa ser a Luz.

— Eu sei o que quero ser, eu sei o que quero ser! — proclamou a Pequena Alma com grande entusiasmo. — Quero ser a parte de especial chamada “perdão”. Não é ser especial alguém que perdoa?

— Ah, sim, isso é muito especial, assegurou Deus à Pequena Alma.

— Está bem. É isso que eu quero ser. Quero ser alguém que perdoa. Quero experimentar-me assim — disse a Pequena Alma.

— Bom, mas há uma coisa que devias saber — disse Deus.

A Pequena Alma já começava a ficar um bocadinho impaciente. Parecia haver sempre alguma complicação.

— O que é? — suspirou a Pequena Alma.

— Não há ninguém a quem perdoar.

— Ninguém? A Pequena Alma nem queria acreditar no que tinha ouvido.

— Ninguém! — repetiu Deus. Tudo o que Eu fiz é perfeito. Não há uma única alma em toda a Criação menos perfeita do que tu. Olha à tua volta.

Foi então que a Pequena Alma reparou na multidão que se tinha aproximado. Outras almas tinham vindo de todos os lados — de todo o Reino — porque tinham ouvido dizer que a Pequena Alma estava a ter uma conversa extraordinária com Deus, e todas queriam ouvir o que eles estavam a dizer. Olhando para todas as outras almas ali reunidas, a Pequena Alma teve de concordar. Nenhuma parecia menos maravilhosa, ou menos perfeita do que ela. Eram de tal forma maravilhosas, e a sua Luz brilhava tanto, que a Pequena Alma mal podia olhar para elas.

— Então, perdoar quem? — perguntou Deus.

— Bem, isto não vai ter piada nenhuma! — resmungou a Pequena Alma — Eu queria experimentar-me como Aquela que Perdoa. Queria saber como é ser essa parte de especial. E a Pequena Alma aprendeu o que é sentir-se triste. Mas, nesse instante, uma Alma Amiga destacou-se da multidão e disse:

— Não te preocupes, Pequena Alma, eu vou ajudar-te — disse a Alma Amiga.

— Vais? — a Pequena Alma animou-se. — Mas o que é que tu podes fazer?

— Ora, posso dar-te alguém a quem perdoares!

— Podes?

— Claro! — disse a Alma Amiga alegremente. — Posso entrar na tua próxima vida física e fazer qualquer coisa para tu perdoares.

— Mas porquê? Porque é que farias isso? — perguntou a Pequena Alma. — Tu, que és um ser tão absolutamente perfeito! Tu, que vibras a uma velocidade tão rápida a ponto de criar uma Luz de tal forma brilhante que mal posso olhar para ti! O que é que te levaria a abrandar a tua vibração para uma velocidade tal que tornasse a tua Luz brilhante numa luz escura e baça? O que é que te levaria a ti, que danças sobre as estrelas e te moves pelo Reino à velocidade do pensamento, a entrar na minha vida e a tornares-te tão pesada a ponto de fazeres algo de mal?

— É simples — disse a Alma Amiga. — Faço-o porque te amo.

A Pequena Alma pareceu surpreendida com a resposta.

— Não fiques tão espantada — disse a Alma Amiga — tu fizeste o mesmo por mim. Não te lembras? Ah, nós já dançamos juntas, tu e eu, muitas vezes. Dançamos ao longo das eternidades e através de todas as épocas. Brincamos juntas através de todo o tempo e em muitos sítios. Só que tu não te lembras. Já fomos ambas o Todo. Fomos o Alto e o Baixo, a Esquerda e a Direita. Fomos o Aqui e o Ali, o Agora e o Depois. Fomos o Masculino e o Feminino, o Bom e o Mau — fomos ambas a vítima e o vilão. Encontramo-nos muitas vezes, tu e eu; cada uma trazendo à outra a oportunidade exata e perfeita para Expressar e Experimentar Quem Realmente Somos.

— E assim, — a Alma Amiga explicou mais um bocadinho — eu vou entrar na tua próxima vida física e ser a “má” desta vez. Vou fazer alguma coisa terrível, e então tu podes experimentar-te como Aquela Que Perdoa.

— Mas o que é que vais fazer que seja assim tão terrível? — perguntou a Pequena Alma, um pouco nervosa.

— Oh, havemos de pensar nalguma coisa — respondeu a Alma Amiga, piscando o olho.

Então a Alma Amiga pareceu ficar séria, disse numa voz mais calma:

— Mas tens razão acerca de uma coisa, sabes?

— Sobre o quê? — perguntou a Pequena Alma.

— Eu vou ter de abrandar a minha vibração e tornar-me muito pesada para fazer esta coisa não muito boa. Vou ter de fingir ser uma coisa muito diferente de mim. E por isso, só te peço um favor em troca.

— Oh, qualquer coisa, o que tu quiseres! — exclamou a Pequena Alma, e começou a dançar e a cantar: — Eu vou poder perdoar, eu vou poder perdoar!

Então a Pequena Alma viu que a Alma Amiga estava muito quieta.

— O que é? — perguntou a Pequena Alma.

— O que é que eu posso fazer por ti? És um anjo por estares disposta a fazer isto por mim!

— Claro que esta Alma Amiga é um anjo! — interrompeu Deus, — são todas! Lembra-te sempre: Não te enviei senão anjos.

E então a Pequena Alma quis mais do que nunca satisfazer o pedido da Alma Amiga.

— O que é que posso fazer por ti? — perguntou novamente a Pequena Alma.

— No momento em que eu te atacar e atingir, — respondeu a Alma Amiga — no momento em que eu te fizer a pior coisa que possas imaginar, nesse preciso momento…

— Sim? — interrompeu a Pequena Alma

— Sim?

A Alma Amiga ficou ainda mais quieta.

— Lembra-te de Quem Realmente Sou.

— Oh, não me hei-de esquecer! — gritou a Pequena Alma — Prometo! Lembrar-me-ei sempre de ti tal como te vejo aqui e agora.

— Que bom, — disse a Alma Amiga — porque, sabes, eu vou estar a fingir tanto, que eu própria me vou esquecer. E se tu não te lembrares de mim tal como eu sou realmente, eu posso também não me lembrar durante muito tempo. E se eu me esquecer de Quem Sou, tu podes esquecer-te de Quem És, e ficaremos as duas perdidas. Então, vamos precisar que venha outra alma para nos lembrar às duas Quem Somos.

— Não vamos, não! — prometeu outra vez a Pequena Alma. — Eu vou lembrar-me de ti! E vou agradecer-te por esta dádiva — a oportunidade que me dás de me experimentar como Quem Eu Sou.

E assim o acordo foi feito. E a Pequena Alma avançou para uma nova vida, entusiasmada por ser a Luz, que era muito especial, e entusiasmada por ser aquela parte especial a que se chama Perdão. E a Pequena Alma esperou ansiosamente pela oportunidade de se experimentar como Perdão, e por agradecer a qualquer outra alma que o tornasse possível.

E, em todos os momentos dessa nova vida, sempre que uma nova alma aparecia em cena, quer essa nova alma trouxesse alegria ou tristeza — principalmente se trouxesse tristeza — a Pequena Alma pensava no que Deus lhe tinha dito:

— Lembra-te sempre, — Deus aqui tinha sorrido — não te enviei senão anjos.

Insecta shoes: estilosos, ecológicos e veganos!

Já ouviu falar sobre a Insecta Shoes? Uma marca de sapatos que surgiu em 2014, em Porto Alegre, e é simplesmente inspiradora em todos os sentidos! Além de fabricarem sapatos com uma dose generosa de estilo único, a empresa cuida de todos os detalhes em sua cadeia de processo para respeitar o meio ambiente e pessoas envolvidas.

Sapatos ecológicos e veganos!

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Todas as peças são produzidas no Brasil com mão de obra regularizada. Os solados são feitos com garrafas de plástico recicladas e cada coleção é pensada mensalmente de acordo com os tecidos e estampas encontrados em roupas antigas que ganharão um novo sentido, mudando o velho mood para dar cor aos nossos pés, sem seguir a moda, mas mantendo um conceito super atual.

A maioria dos modelos são unissex com preços entre R$259 e R$279. As opções de sapatos que originalmente saíram do guarda-roupa masculino e ganharam novas versões para invadirem também o visual das mulheres são muitas, como é o caso das botas e oxford. Eu particularmente adoro! E se você também se identifica com esse estilo, pode se preparar porque a Insecta é um prato cheio!

Siga @insectashoes no Instagram

Mas todo esse conceito vai um pouco mais além! A preocupação com a sustentabilidade não acaba por aí e a pesquisa por alternativas cada vez mais responsáveis é constante, como o uso da bicicleta para que os sapatos cheguem até os clientes de Porto Alegre, a reutilização de móveis no escritório da empresa e até mesmo o site, onde são calculados os acessos anuais para que sejam plantadas o número de árvores necessárias para neutralizar a emissão de CO2 que os servidores da Insecta emitem.

E tudo isso só atribui ainda mais charme para cada sapato, que são simplesmente lindos e quase exclusivos, já que são feitos de roupas antigas e provavelmente não terão seus tecidos reproduzidos. Olha aí, o antes e o depois. ❤

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Não é maravilhoso? Já estou ensaiando minha primeira compra na loja online, que também tem mochilas e necessaires confeccionadas em parceria com a Colibrii, outra empresa super bacana que certamente vale um outro post. 😉

Meditação também é tendência!

Não quero dizer que o mundo vai de mau à pior… seria injusto com o monte de coisa linda que também acontece por aí, mas acredito que estamos chegando à ponto de exaustão diante de tanta informação negativa e agendas lotadas.

Tudo isso tem exigido muito de nós – física, emocional e psicologicamente -, movimentando a energia de muita gente para uma tendência mundial: práticas espiritualistas como instrumento para resgatar um pouco de paz e equilíbrio, reservando um tempo de qualidade para si.

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Grande prova disso é a série de video que a Chanel, uma das mais importantes e revolucionárias grifes do mundo, desenvolveu em parceria com Gisele Bundchen, que nunca escondeu sua afinidade com meditação e yoga, e onde a top model vai abrir as portas da sua casa no EUA e conta sobre sua conexão com a natureza e contato profundo com a essência.

E ainda que essa tendência leve algumas pessoas a juntarem os dedinhos indicadores e polegares em cima dos joelhos em uma linda praia apenas para uma foto no Instagram, certamente irá despertar em tantas outras o real desejo de experimentar a sutil transformação que a meditação proporciona através do contato genuíno com seus pensamentos e sentimentos!

Quer saber? Tomara que essa moda pegue! 😉

Sobre o livro “Muito mais que 5 minutos”

Kéfera Buchman é um fenômeno, e para mais de 6 milhões pessoas, dispensa apresentações. A atriz curitibana de 22 anos não tem papas na língua e começou a gravar vídeos para o Youtube em 2010; ligou a câmera e começou a falar… sobre vuvuzelas! Hoje, ela estampa capas de importantes revistas nacionais, foi convidada para participar de entrevistas no Altas Horas e Programa do Jô, lota os teatros com a sua peça “Deixa eu te contar” e neste ano lançou o livro “Muito mais que cinco minutos”, fazendo referência ao nome do seu canal, “5inco Minutos”.

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Apesar de acompanhar seu trabalho desde o início, não pretendia ler o livro. Imaginava que seria voltado para o público teen e acertei em cheio! Mas ouvi ótimas críticas, que partiram inclusive de profissionais ligados à psicologia, e isso despertou em mim a vontade de ler para matar a curiosidade. O mesmo aconteceu com “50 tons de cinza”… queria saber o por quê de tanto alvoroço, rs. Tenho essa mania.

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Em “Muito mais que 5 minutos” ela compartilha momentos da sua infância, o bullying que sofreu por não se encaixar em determinados padrões de beleza na época da escola, sobre a relação com a mãe, suas paixonites e desilusões… tudo como uma boa conversa entre amigos e muito bom humor.

Quem conhece a youtuber, certamente vai ler como se ouvisse a própria Kéfera falar, com uma linguagem coloquial divertida, cheia de empatia e uma dose de ironia. É mesmo um excelente livro para os adolescentes, que em fase de mudanças e descobertas onde os sentimentos ganham proporções maiores, ter como referência alguém que passou pelas mesmas dificuldades e superou com tanto sucesso, é animador e reconfortante. Sem dúvida vale repassar essa leitura para a galerinha teen! ❤

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E aproveitando que o assunto é livro, que tal tirar a poeira daqueles que você não pretende ler novamente e dar a oportunidade de outras pessoas lerem, colocando eles para circularem? Foi o que fiz com o “Muito mais que 5 minutos”, levando para uma das casinhas do Livre Livros, na praça Ana Lúcia Magalhães.

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#ficaadica 😉